Conif

Olá!

reuniao_conif_junho2017_1  Passei a semana em Belo Horizonte participando de mais uma reunião do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, o Conif. Foi uma reunião muito produtiva, em que demos um importante passo de mudança.

Isso porque trabalhamos na metodologia da matriz orçamentária e aprovamos mudanças significativas que serão muito boas para os institutos e alinhadas a políticas públicas de inclusão social. A proposta foi feita depois de um estudo do Fórum de Planejamento e Administração do Conif e altera a classificação dos pesos de cursos que compõem a matriz orçamentária 2018.

Decidimos que o critério utilizado como referência será o número de laboratórios profissionais previstos para cada curso técnico e superior de tecnologia, conforme Catálogo Nacional de Cursos. Assim, quanto mais laboratórios, maior pontuação terá o curso.

Além disso, cursos Proeja e Licenciaturas passam a ter o maior valor da matriz. E também aprovamos o valor na matriz do aluno de Educação a Distância, dando um peso maior para a oferta própria de EaD.

reuniao_conif_junho2017_2Foi um grande avanço, pois essa nova metodologia dá apoio para que os institutos possam oferecer mais cursos com demanda social – que é o caso dos Proeja e licenciaturas. Em tempos de orçamento pequeno, temos que focar no que é mais importante para a Rede e atender às necessidades do nosso País.

Outro ponto de pauta da reunião do Conif foi o Programa CAPES-Brafitec, que promove o intercâmbio de estudantes em todas as especialidades da engenharia. Dessa forma, estudantes brasileiros podem cursar até um ano de sua graduação na França e estudantes franceses podem estudar no Brasil pelo mesmo período. O IFSC é um dos três institutos que participam do programa.

Tivemos também a apresentação de um Grupo de Trabalho do Conif, que tem como finalidade desenvolver estudos sobre os indicadores de gestão que demonstrem a ampliação da oferta e a melhoria da eficiência da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Esse GT está avaliando os indicadores existentes para propor um conjunto de indicadores de gestão.

Outros assuntos:

premiacao_JIFSC2017_gerais– JIFSC: no sábado passado, retornei para Blumenau para o encerramento dos Jogos do IFSC, os JIFSC, com as disputas dos cursos gerais – que são todos menos o nosso Ensino Médio Técnico ou Técnico Integrado. Foi muito bacana porque, pela primeira vez, tivemos a participação de todos os nossos 22 câmpus. Até o nosso câmpus mais novo e menor, São Lourenço do Oeste, fez uma equipe e, inclusive, levou medalha pra casa. Fiquei muito feliz de ver toda a integração e a alegria dos nossos alunos e agradeço mais uma vez o empenho dos servidores envolvidos na organização do evento.

– Sinasefe: hoje de tarde, me reuni com representantes do Sinasefe-SC, o sindicato que representa os servidores do IFSC. Recebi uma comissão para tratar da divulgação das atividades docentes, a partir das recomendações feitas pelo MPF e CGU. Explicamos mais uma vez a necessidade de organizar essa publicidade por meio da IN, que trata todos os docentes do IFSC com isonomia e transparência, tão necessárias ao serviço público.

Também ressaltamos a transitoriedade dessa solução, tendo em vista a implantação do Siga-A, que vai possibilitar avançar nessa questão. Propomos uma comissão paritária que vai estudar o novo sistema já previsto num portal docente. Reiteramos também que a comissão encaminhe as propostas ou questionamentos de modo oficial, o que não havia sido feito até o momento. Dessa forma, destacamos nossa abertura em negociar e avançar nessa questão.

E neste domingo temos o exame de classificação para o nosso Ensino Médio Técnico. Esperamos mais de 1,7 mil candidatos nos câmpus Chapecó, Florianópolis, Jaraguá do Sul – Centro, Joinville e São José. Desejo boa sorte a todos!

Até a próxima semana!

Sobre Maria Clara

Maria Clara é professora do IFSC desde 1990, atuando no Câmpus Florianópolis. Tem graduação em Matemática e mestrado e doutorado em Engenharia de Produção, todos pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Foi diretora de Pós-graduação e Pesquisa (2006-2008) e pró-reitora de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação (2009-2011) do Instituto Federal antes de tornar-se a primeira reitora eleita da instituição – anteriormente a 2008, quando o Cefet-SC tornou-se IFSC, o cargo máximo era o de diretor-geral. Além de gestora do IFSC, a reitora acumula experiências como membro da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (Conaes) e da Comissão Nacional de Avaliação da Iniciação Científica e Tecnológica (Conaic) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). É integrante do Conselho de Governança da Fiesc, representando o Ministério da Educação (MEC).
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